CARPE DIEN

sábado, 29 de agosto de 2015

PRIMEIRAS SÉRIES CONTEÚDO DA AVALIAÇÃO DO TERCEIRO BIMESTRE, EM GRUPO

PRIMEIRAS SERIES


A AVALIAÇÃO DO TERCEIRO BIMESTRE SERA BASEADA NAS QUESTÕES DAS SITUAÇÕES DESCRITAS ABAIXO, PARA ISSO OS DO GRUPO COM ATÉ 4 ALUNOS DEVERAM RESPONDER AS QUESTÕES DAS PAGINAS 05 À 53 DO VOL 02 E TRAZER PARA SALA DE AULA, SUAS DÚVIDAS.

  
-SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1

ESTRUTURAS E FORMAS DO PLANETA TERRA: OS MOVIMENTOS E O TEMPO NA TRANSFORMAÇÃO DAS ESTRUTURAS DA TERRA

-SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2

ESTRUTURAS E FORMAS DO PLANETA TERRA:
OS MOVIMENTOS DA CROSTA TERRESTRE

-SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3

ESTRUTURAS E FORMAS DO PLANETA TERRA: A PRODUÇÃO DAS FORMAS DA SUPERFÍCIE TERRESTRE

-SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4

RISCOS EM UM MUNDO DESIGUAL: DESASTRES
NATURAIS E PREVENÇÃO – UMA CONSTRUÇÃO

DO ESPAÇO GEOGRÁFICO

SEGUNDAS SÉRIES CONTEÚDO DA AVALIAÇÃO DO TERCEIRO BIMESTRE, EM GRUPO

SEGUNDAS SERIES


A AVALIAÇÃO DO TERCEIRO BIMESTRE SERA BASEADA NAS QUESTÕES DAS SITUAÇÕES DESCRITAS ABAIXO, PARA ISSO OS DO GRUPO COM ATÉ 4 ALUNOS DEVERAM RESPONDER AS QUESTÕES DAS PÁGINAS 05 À 39 DO VOL 02 E TRAZER PARA SALA DE AULA, SUAS DÚVIDAS.

-SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1

MATRIZES CULTURAIS DO BRASIL

-SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2

A DINÂMICA DEMOGRÁFICA

-SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3

O TRABALHO E O MERCADO DE TRABALHO

-SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4


A SEGREGAÇÃO SOCIOESPACIAL E A EXCLUSÃO SOCIAL

TERCEIRAS SÉRIES, CONTEÚDO DA AVALIAÇÃO DO TERCEIRO BIMESTRE, EM GRUPO

TERCEIRAS SERIES

A AVALIAÇÃO DO TERCEIRO BIMESTRE SERA BASEADA NAS QUESTÕES DAS SITUAÇÕES DESCRITAS ABAIXO, PARA ISSO OS DO GRUPO COM ATÉ 4 ALUNOS DEVERAM RESPONDER AS QUESTÕES DAS PÁGINAS 05 À 47 DO VOL 02 E TRAZER PARA SALA DE AULA, SUAS DÚVIDAS.

-SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1

O CONTINENTE AFRICANO

-SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2

ÁFRICA E EUROPA

-SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3

ÁFRICA: SOCIEDADE EM TRANSFORMAÇÃO

-SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4


ÁFRICA E AMÉRICA

Caderno Do Aluno PRIMEIRAS SERIES 2014-2017 Vol2

PRIMEIRAS SERIES CADERNO DO ALUNO VOL 02

Caderno Do Aluno SEGUNDAS SERIES 2014-2017 Vol2

SEGUNDAS SERIES CADERNO DO ALUNO VOL 02

Caderno Do Aluno 2014-2017 Vol2 Geografia EM 2S

Caderno Do Aluno TERCEIRAS SERIES 2014-2017 Vol2

TERCEIRAS SERIES CADERNO DO ALUNO VOL 02

Caderno Do Aluno 2014-2017 Vol2 Geografia EM 3S

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

DE 3,0 PARA 5,0 PONTOS NA MÉDIA - MUDANÇA DO VALOR DOS TRABALHOS DO TERCEIRO BIMESTRE

PARA TODAS AS SÉRIES

ATENÇÃO -

DE 3,0 PARA 5,0 PONTOS NA MÉDIA - MUDANÇA DO VALOR DOS TRABALHOS DO TERCEIRO BIMESTRE

terça-feira, 11 de agosto de 2015

2ªS SERIES DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS INDÚSTRIAS NO BRASIL

2ª SÉRIES


DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS INDÚSTRIAS NO BRASIL


2a SÉRIES MAPA PARA ESTUDAR PARA A AVALIAÇÃO A SER MARCADA NO 3º BIMESTRE - ESTADO DE SÃO PAULO - EIXOS DE INDUSTRIALIZAÇÃO

2ªS SÉRIES

NO SEU CADERNO DO ALUNO VOL 1 TEM UM MAPA NA PÁGINA 45, MAS QUE NÃO ESTA COMPLETO

USE ESTE COMO REFERÊNCIA


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

PARA TODAS AS TURMAS - OPÇÕES DE POWERPOINT ONLINE



OPÇÕES DE POWERPOINT ONLINE

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MODELOS PRONTOS DE SLIDES

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1ª SÉRIES TEXTO DE SALA DE AULA

1ª SÉRIES


 TEXTO DE SALA DE AULA





MUDANÇA DAS DISTANCIAS


Em Geografia, pode-se afirmar que a globalização diz respeito à construção de novos espaços e novas relações sociais desenvolvidas nesse quadro. Trata-se de uma nova configuração geográfica que se superpõe aos territórios nacionais, por vezes conflituosamente, outras harmoniosamente. Isso pode significar mudanças importantes nos próprios Estados nacionais com a presença, em seus territórios, de pontos de rede de corporações transnacionais e de redes técnicas, propiciando um aumento extraordinário da circulação de capital, de bens industriais, de serviços e informações produzidos na escala mundial.

Essa agilidade da circulação se dá porque os espaços globais são suportes ativos dos processos socioeconômicos que ocorrem na escala mundial. Esses negócios são alimentados pelo que há de mais avançado em tecnologias de produção e circulação. Assim esses espaços da globalização se realizam como expressões geográficas da nova ordem mundial.

O Brasil foi o quarto pais da América a receber a receber pessoas de outros países.O marco do início da imigração em nosso país foi o decreto assinado em 1808 por D. João VI, que permitia a posse de terras por estrangeiros. A partir daí, grandes contingentes de portugueses, italianos, alemães, espanhóis, eslavos e japoneses, entre outros, procuraram o Brasil como nova pátria.

A IMIGRAÇÃO JAPONESA

O Brasil é o país que tem a maior comunidade japonesa fora no exterior. São 1.500.000 pessoas entre japoneses e seus descendentes. Isso resulta de uma onda migratória proporcionada pelo Tratado de Amizade, Comercio e Navegação Brasil-Japão, assinado em 1895. De 1908 a 1941 migraram para o Brasil 188.986 japoneses. Esse fluxo foi interrompido pela Segunda Guerra Mundial e retomado nos anos 1950, quando vieram mais 53.555 imigrantes.

A situação se inverteu: agora são 225.000 brasileiros que estão trabalhando no Japão. No entanto, atualmente não existe a mesma rigidez na imigração Brasil-Japão quanto houve na imigração Japão-Brasil ocorrido no inicio do século XX, na qual inúmeros camponeses pobres perfizeram os 18.557km em 52 desgastantes dias de viagem dentro de um navio, sem a possibilidade de “bater em retirada” e retornar a sua terra natal. Todavia, algo muito interessante e surpreendente aconteceu na geografia do mundo contemporâneo atualmente o Japão está bem mais próximo do nosso país. Se antes essa distancia eram extensos 18.557km. Nada mudou? Mudou sim: os extensos 18.557km significam 52 dias de navio e os atuais 18.557km correspondem a 24 horas de voo de avião. Em termos gerais, para as populações atuais dos dois países, essa mesma distancia e outra, tem outro significado em suas vidas, mas essa não e a melhor forma de se medir as distancias geográficas. Uma aceleração no percorrer da distancia geográfica. Uma aceleração dada pelo desenvolvimento e pelo acesso a novos meios tecnológicos que fizeram o espaço geográfico ser outra coisa; uma aceleração que altera as relações entre essas duas sociedades (Brasil-Japão).

PROBLEMATIZAÇÃO DOS FLUXOS MIGRATÓRIOS INTERNACIONAIS: ACELERAÇÃO E FECHAMENTO DE FRONTEIRAS

O aumento da mobilidade geográfica de bens, mercadorias e pessoas é a globalização das relações humanas, cujo potencial transformador já demonstrou seu poder, embora muito ainda esteja por acontecer. Nesse novo cenário o documento mais importante nesse mundo globalizado não é mais a carteira de identidade e sim o passaporte.

Potencialmente as condições para que as migrações se acelerem estão dadas:

1 – é mais fácil viajar, os meios de transportes são mais eficientes e os custos mais baratos:

2 – pode-se fazer experiências temporárias. Porem, há restrições político-sociais ao processo migratório. Por isso o que menos circula no “mundo globalizado” são as pessoas. Mesmo assim, as migrações cresceram bastante em comparação com o passado.

3 – No inicio do século XXI, o fechamento das fronteiras fez aumentar o numero de clandestinos, o que é difícil de estimar. Por exemplo: seriam uns sete milhões nos EUA.

4 – Para os países de origem, as consequências por vezes são negativas, como por exemplo, no caso da fuga de cérebros.

5 – As consequências são positivas para grupos que permanecem em razão da remessa de recursos: em 2005 foram 225bilhões de dólares, o que representa mais que a ajuda oficial direta para o desenvolvimento. Por vezes um imigrante sustenta em media, dez pessoas.

A GLOBALIZAÇÃO E AS REDES GEOGRÁFICAS

INTERNET

A uma organização do espaço geográfico que permite que o mundo esteja aqui e que estejamos no mundo e que a ele pertençamos. Essa nova organização permite que os fluxos se acelerem. E essa nova ordem geográfica é uma ordem de redes geográficas.

Os territórios nacionais possuem fronteiras, distancias geográficas, culturais, políticas e econômicas diversas, mas o contato entre suas populações é cada vez mais intenso e isso se dá por meio de um “concorrente” do território: a rede geográfica. A rede geográfica tem o poder de ultrapassar as fronteiras nacionais.

AS CORPORAÇÕES

Corporação é um grupo que reúne varias empresas de diversos ramos e que concentra muito capital e interesses sob um único controle. Há corporações que tem empresas que atuam no ramo do petróleo, no industrial, no agronegócio, no sistema financeiro e n produção de filmes para o cinema e televisão, por exemplo. Isso só se explica quando os lucros crescem, os grupos econômicos vão diversificando seus negócios e suas localizações, a fim de garantir maiores lucros.

As empresas globais:

Após a Segunda Guerra Mundial, as grandes empresas dos países desenvolvidos “invadiram” os países subdesenvolvidos para fabricar seus produtos e aumentar seus mercados de consumo.

Desse modo, não só fugiram dos pesados impostos e das severas leis trabalhistas de seus países de origem, mas também aproveitaram as vantagens da mão de obra mais barata nas novas unidades. Como seus produtos eram feitos em vários países, ficaram conhecidas multinacionais. Hoje prefere-se denomina-las transnacionais, uma vez que não são empresas de vários países, como a antiga terminologia poderia sugerir, mas empresas de um só país cuja ação ultrapassa fronteiras. As corporações econômicas mais poderosas transcendem os espaços nacionais e criam um espaço global com base numa malha de redes técnicas e geográficas.

O interesse das grandes empresas é economizar tempo, aumentando a velocidade da circulação. Os fluxos de mercadorias, de serviços, de informações circulando rapidamente pelas redes técnicas (transportes e telecomunicações) no mundo todo permitem o acesso a vastos mercados (e muito mais). As corporações que tem acesso, controle e investimento nessas redes técnicas obtém desse fato uma grande dose de poder econômico.

Nos anos de 1980, as grandes empresas transnacionais perceberam que o modo de produção multinacional já não correspondia ao seu objetivo básico, isto é, mais lucro e aumento dos investimentos. Portento procuraram uma forma de aumentar esses lucros com redução de custos ( matéria-prima e mão de obra). A empresa transnacional passou, então, a ser global, isto é, a aproveitar todas as vantagens que o espaço mundial oferece. Ela, por exemplo, pode fazer o seu projeto nos Estados Unidos, fabricar os componentes em Taiwan e montar o produto na Argentina. Uma transnacional se instala sempre em lugares onde encontra vantagens para que seu produto chegue ao mercado a preços mais baixos e com maior lucro para a empresa. Na fabrica global, os processos de produção são mundializados, isto é, possuem unidades de produção complementares em vários países.

OS GRANDES FLUXOS DO COMERCIO MUNDIAL E A CONSTRUÇÃO DE UMA MALHA GLOBAL

Com o fim da velha ordem bipolar e a volta do mundo ao capitalismo, que prioriza o lucro e propriedade privada, a economia mundial passou a funcionar segundo a lógica desse sistema. As mudanças fundamentais que ocorreram nessa fase do capitalismo financeiro passou a ser chamada de globalização. Na globalização a um crescente aumento dos fluxos de informações, mercadorias, capital, serviços e de pessoas, em escala global. São as redes, que podem ser materiais (transportes) ou virtuais (internet). A integração de economias, culturas, línguas, produção e consumo através das informações, transformaram o mundo em uma aldeia global. Com a facilidade e a rapidez dos fluxos comerciais e de capitais, entre os países, tornou- os extremamente dependentes uns dos outros, apesar da concorrência. Com a globalização e a economia-mundo, não se discutem apenas problemas econômicos na aldeia global. Podemos falar, também, na mundialização de questões que devem ser resolvidas por grupos de países. Dentre as quais destacam- se as questões ambientais, o aumento da pobreza, as crises econômicas, os direitos humanos, o trafico de drogas e as ações terroristas.

2ª SÉRIES TEXTO DE SALA DE AULA

2ª SÉRIES


TEXTO DE SALA DE AULA


2as Séries


O processo de industrialização brasileiro permite compreender a consolidação de um pólo industrial no Sudeste e de periferias industriais nas demais regiões do país. Para melhor entender o desenvolvimento industrial no Brasil e suas fases, adotamos a noção de industrialização retardatária ou tardia.

A expressão industrialização retardatária ou tardia designa o fato de que a industrialização brasileira somente foi iniciada no fim do século XIX, no momento em que o capitalismo passava da fase competitiva para a monopolista. As máquinas e a tecnologia utilizadas não foram produzidas no Brasil, mas importadas dos países que já as desenvolviam havia mais de um século, provindas principalmente da Inglaterra (onde ocorreu a Revolução Industrial). Isso gerou conseqüências ao longo das demais fases de industrialização do Brasil, como por exemplo, a difícil inserção do Brasil na Terceira Revolução Industrial ou Tecnológica, desde as últimas décadas e ainda atualmente.

A Primeira Revolução Industrial no Brasil somente foi completada em 1930, tendo ocorrido com mais de cem anos de atraso em relação aos centros mundiais do capitalismo. Entre outros fatores que contribuíram para que o Brasil se mantivesse em um quadro de fraco desempenho industrial, até o início do século XIX, foram as relações escravistas de trabalho, o pequeno mercado interno, o Estado alheio à industrialização, as forças produtivas pouco desenvolvidas, o passado colonial do Brasil. Entre 1880 e 1930, foram implantados os principais setores da indústria de bens de consumo não duráveis ou indústria leve. Em função de se manter numa situação de dependência em relação aos países mais industrializados, o Brasil não dispunha de indústrias de bens de capital ou de produção, algo essencial para o desenvolvimento econômico de uma nação ou país.

Vamos esclarecer os tipos de indústrias:



– Indústria de bens de consumo ou leve:

1. a) Indústria de bens de consumo não duráveis: roupas, cosméticos, alimentos;

2. b) Indústria de bens de consumo duráveis: automóveis, eletrodomésticos e móveis.



– Indústria de bens intermediários ou de bens de capital: desenvolvimento de máquinas e equipamentos para outras indústrias (autopeças, mecânica naval).



– Indústria de bens de produção, de base ou pesada: transforma matéria-prima bruta em produtos a serem utilizados por outras indústrias (extração de minérios, refinaria de combustíveis fósseis, siderúrgica que processa minérios, química).



A inserção do Brasil na Segunda Revolução Industrial também se deu com cerca de cem anos de atraso em relação aos centros mundiais do capitalismo, podendo ser dividida em dois períodos:

- de 1930 a 1955, que corresponde à política nacional desenvolvimentista do governo Getúlio Vargas, responsável pelo início da implantação da indústria de base no Brasil e;

– de 1956 a 1980, que, inicialmente alicerçado no plano de metas que propunha “crescer 50 anos em 5”, marco da política desenvolvimentista de Juscelino Kubitschek de Oliveira, corresponde ao período de incremento e consolidação da indústria de base, com fortes investimentos estatais nos setores de energia e transportes, com vistas a fortalecer as condições estruturais para o ingresso do capital internacional no Brasil.

No primeiro período (1930-1955), destacamos a política nacionalista da Era Vargas (1930-1945) e de seu segundo governo (1952-1955), que se caracterizoupelo desenvolvimento autônomo com base industrial. Um exemplo foi a construção da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda (RJ), cujo decreto-lei, que determinou sua criação, foi assinado em 30 de janeiro de 1941.

A CSN foi um marco importante para a industrialização do Brasil, um impulso, em virtude da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), pois o aço é matéria-prima fundamental para diversos setores industriais. Resultado de um projeto autônomo de desenvolvimento industrial na década de 1940, a CSN foi privatizada em 1993, deixando de ser uma empresa estatal (do Estado).

O segundo período (1956-1980) pode ser subdividido em três:

a)- de 1956 a 1961, que corresponde ao mandato de Juscelino Kubitschek, no qual ocorreu o incremento da indústria de bens de consumo duráveis (principalmente automóveis e eletrodomésticos) e de setores básicos (energia elétrica e siderurgia).

As diretrizes gerais quanto à industrialização dos governos Vargas e Kubitschek basearam-se no processo de substituição de importações. Contudo, no segundo caso (Era Kubitschek), foi adotado um modelo de desenvolvimento associado ao capital estrangeiro. A política industrial do período JK ratificou a concentração industrial brasileira no Sudeste.

O modelo industrial característico deste período atrelava-se diretamente à necessidade de manter a produção de bens duráveis nas proximidades dos pólos geradores de matéria-prima, ou seja, da produção siderúrgica e da disponibilidade de recursos energéticos. Além disso, nesta região também se concentrava a maior parte do mercado consumidor. Esta industrialização foi parte do Plano de Metas, com o lema: “crescer 50 anos em 5”.

b)– de 1962 a 1964, corresponde a um período de instabilidade e tensão política (Ditadura). Por este motivo, foi acompanhado pela estagnação e declínio da economia e da indústria no Brasil;

c)– de 1964 até meados de 1980, implantou-se a modernização conservadora (projetos de crescimento econômico, principalmente durante os governos militares, sem a inclusão de avanços na área social), aconteceu o “milagre econômico brasileiro” (para designar o fato de que, no contexto dos governos militares e do projeto “Brasil-Potência”, entre 1967 e 1974, o País cresceu mais de 10% ao ano em média à custa de um endividamento crescente no exterior), e a “década perdida” (1980), na qual o país esteve submetido a fortes constrangimentos econômicos, financeiros e, sobretudo, sociais.

Referente à distribuição espacial da atividade industrial no Brasil, a concentração industrial aconteceu na região Sudeste, particularmente no Estado de São Paulo, desde meados do século XIX até a década de 1970.

O desenvolvimento urbano intenso, concentrado principalmente na região que forma hoje a Grande São Paulo, foi resultado do processo de industrialização que ocorreu na região, resultado de uma economia de escala capitalista, típica do período fordista: a concentração diminuía os custos de produção, pois a proximidade física reduzia os gastos com o transporte de matéria e mão-de-obra, além de maximizar o uso da infraestrutura instalada. O fordismo organizava a linha de montagem de cada fábrica para produzir mais, controlando melhor as fontes de matérias-primas e de energia, os transportes, a formação da mão-de-obra.

Há diferença entre descentralização e desconcentração industrial: a primeira pode ser entendida como a mudança física (parcial ou total) de uma unidade industrial ou da produção industrial de uma área territorial para outra, como, por exemplo, do Estado de São Paulo para outros Estados brasileiros ou da Região Metropolitana de São Paulo para o interior paulista.

Já a expressão desconcentração industrial costuma ser empregada para designar alterações na distribuição espacial absoluta ou relativa de variáveis como número de estabelecimentos, pessoal ocupado, valor da produção e valor da transformação industrial. Assim, desde a década de 1910 verificou-se uma alteração no processo de desenvolvimento do Estado de São Paulo, com a diminuição da concentração industrial e populacional, que vinha ocorrendo desde o começo do século na Região Metropolitana de São Paulo. Para fundamentar essa explicação, tal processo resultou de três fatores:



a) o II Plano Nacional de Desenvolvimento(PND, 1975-1979), que instituiu uma política econômica bastante clara de descentralização industrial de São Paulo para o resto do País, enfatizando vantagens comparativas e especializações regionais.

– Como exemplos, podemos citar a exploração de minérios em Carajás (PA), Trombetas (PA), Caraíba (BA), Patos (MG), as siderúrgicas de ltaqui (MA), Tubarão (ES) e Açominas (MG), as petroquímicas de Camaçari (BA) e Paulínea (SP), a fábrica de automóveis da Fiat em Betim (MG), os incentivos à CSN e Vale do Rio Doce (RJ);



b) a deseconomia de escala, isto é, a perda das vantagens comparativas da produção em função dos altos custos produtivos, resultado de uma organização sindical forte, salários elevados, valores de terrenos e impostos elevados. Assim, a guerra fiscal, ou mesmo a isenção de impostos, estimula a deseconomia, ou seja, várias cidades oferecem vantagens para a indústria — menor imposto, grandes terrenos, infraestrutura, mão-de-obra barata, por exemplo — e a que oferecer melhores benefícios, acaba atraindo a indústria. E a cidade acaba ganhando chances de alavancar seu desenvolvimento;



c) a expansão da infraestrutura no Estado facilitou a dispersão das atividades produtivas para regiões próximas à metrópole do Estado de São Paulo.

3ª SÉRIES TEXTO DE SALA DE AULA

3ª SÉRIES

TEXTO DE SALA DE AULA



CHOQUE DE CIVILIZAÇÕES

Choque de civilizações é uma teoria proposta pelo cientista político Samuel P. Huntington segundo a qual as identidades culturais e religiosas dos povos serão a principal fonte de conflito no mundo pós- Guerra Fria. A teoria foi originalmente formulada em 1993, num artigo da Foreign Affairs chamado “O Choque de Civilizações”.

A partir dos anos 1990 muito se falou na possibilidade dos conflitos entre civilizações substituírem os enfrentamentos ideológicos do pós Guerra Fria e os antagonismos socioeconômicos entre o “Norte e o Sul”. As guerras empreendidas pelos Estados Unidos contra o Afeganistão e o Iraque tem sido vistas como a manifestação de um conflito como entre a civilização ocidental e a islâmica. Os atentados de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos, e de 11 de março de 2004, na Espanha, reforçam para muitos a teoria do “choque de civilizações”. Entretanto a cruzada antiterrorista norte-americana não é contra o islamismo, e o governo Bush sempre fez questão de deixar isso bem claro. Os Estados Unidos tem entre os seus principais aliados vários países islâmicos, como a Arábia Saudita, o Egito, o Kuwait, o Paquistão e a Indonésia, país com a maior população muçulmana do mundo. Com poucas exceções, o mundo islâmico tem apoiado os Estados Unidos em suas ações contra o terrorismo. A tese do “choque de civilizações” é muito simplista diante da complexidade do mundo e da superposição de causas – geopolíticas, culturais, econômicas e sociais – dos embates atuais.



GEOGRAFIA DAS RELIGIÕES

Principais religiões monoteístas

CRISTIANISMO

O cristianismo é uma religião que surgiu na Palestina, no primeiro século depois de Cristo e cujo alicerce é baseado nos ensinamentos de Jesus Cristo. No entanto, 2 mil anos depois de seu nascimento, o mundo experimenta varias formas de cristianismo, divididas em diferentes denominações. A maior divisão existe entre ortodoxos – também conhecidos como cristãos do oriente, que, por sua vez, também se subdividem em cristãos católicos e protestantes.

ISLAMISMO

O Islamismo foi fundado pelo profeta Mohamed (Maomé) há 1400 anos no território que hoje corresponde à Arábia Saudita. Logo atrás do cristianismo, é a segunda maior religião do mundo em numero de fieis. Conta, atualmente, com cerca de 1,3 bilhão de seguidores e vem apresentando um crescimento expressivo de adeptos (cerca de 15% ao ano), sendo a religião que mais cresce no mundo.

Muçulmano é todo aquele que segue o islamismo, que é uma religião monoteísta baseada no Corão ou Alcorão, o livro sagrado do Islã, considerado a palavra de Deus revelada a Maomé, na Suna e no hadith.

Islã é um termo árabe que significa “submissão” (ao desejo e a orientação de Deus), e é também utilizado para designar o conjunto dos povos de civilização islâmica que professam o islamismo.

JUDAÍSMO

O judaísmo é a mais antiga das religiões monoteístas e a que apresenta o menor numero de fieis no mundo. Dos 13 milhões de judeus existentes no mundo, a maiores comunidades se concentram na Europa (a maior delas na França). A maioria dos judeus vive em Israel e nos EUA.

O judaísmo não é uma religião missionária e todo aquele que se converte ao judaísmo devem observar a Torá (lei judaica). A bíblia hebraica corresponde ao Velho Testamento da bíblia cristã. O judaísmo caracteriza-se por ser, fundamentalmente, uma religião da família e que se propaga através dela.

LEITURA E ANÁLISE DE TEXTO (disponível também no Caderno do Aluno). Atividade em dupla – ter cada um no seu caderno-entregar, uma folha por dupla.

Por tolerância entende-se a capacidade de admitir modos de pensar, de agir e de sentir diferentes dos de um indivíduo ou de grupos determinados, sejam grupos políticos ou religiosos. Tolerância é a capacidade de aceitar o outro, sobretudo quando este é estranho, exótico, diferente daquilo que conhecemos

e aceitamos como certo, normal ou verdadeiro. Mas para que haja a tolerância, é fundamental o conhecimento do outro que é diferente de nós. Geralmente, a intolerância é a expressão do preconceito em relação ao outro que é diferente. O preconceito também é fruto do desconhecimento ou de um deturpado ou falso conhecimento da realidade do outro.

[...] Etnocentrismo (etno: cultura; centrismo: ter como centro) é a tendência ou a atitude de considerar a nossa cultura ou religião como a medida de todas as demais. Quando subestimamos ou menosprezamos a cultura ou a religião do outro e, sobretudo, quando avaliamos a cultura ou a religião do outro a partir da

nossa, supostamente superior, estamos praticando etnocentrismo. SANTOS, Alberto Pereira dos. Introdução à geografia das religiões. Revista GEOUSP, Espaço e Tempo, São Paulo: USP, n. 11, 2002, p. 22.



A QUESTÃO ETNICO-CULTURAL

Com o fim da Guerra Fria, o mundo aprendeu a conviver com os mais diferentes tipos de conflitos. A ONU, organização encarregada de zelar pela paz mundial, tem 54 missões de paz espalhadas pelas regiões afetadas por guerra ou em via de pacificação. Assumiu também administração da província de kossovo, os preparativos para a independência do Timor Leste, os acordos para o no governo do Afeganistão e a reconstrução do Iraque após a invasão anglo-americana, ultimas regiões a sofrer violentos combates que resultaram em milhares de mortos.

As guerras entre Estados-nações, guerras civis, guerrilhas, territórios ocupados à força e movimentos separatistas no interior de estados-nações acontecem em vários continentes. Disputa de territórios, questões de fronteiras, soberania do Estado nacional, recursos naturais, rivalidades étnicas e até mesmo a água constituem os principais motivos dos conflitos no mundo atual.

Fato comum também e a ação de grupos separatistas que chamam a atenção do mundo para os seus problemas através de atos terroristas. Entre as organizações mais antigas e ativas estão os grupos ETA e o IRA, ambas na Europa.

As principais áreas de ocorrência de conflitos no mundo são:

• Oriente Médio: a questão palestina;

• Europa: IRA;

• Europa: ETA;

• Europa: conflitos no Cáucaso (o caso da Chechênia);

• África: Ruanda;

• África: Angola;

• Aia: Caxemira.

AMÉRICA LATINA

As guerrilhas na America Latina

Colômbia. A guerrilha na Colômbia é ligada ao narcotráfico. As principais organizações são: Farc (Forças Armadas Revolucionarias da Colômbia, de esquerda) e ELN (Exercito de libertação nacional, também de esquerda). As guerrilhas controlam 40% do território colombiano e são responsáveis por sequestros que exigem resgate ou liberdade de criminosos. As duas facções chocam-se com a AUC (Autodefesas Unidas da Colômbia), organização paramilitar apoiada pelo exercito colombiano. O conflito está associado à questão agrária e à hegemonia do sitema bipartidarista como modelo principal do regime político colombiano.

México. Nesse país a guerrilha está concentrada no estado mais pobre. A principal organização é o Exercito Zapatista de Libertação Nacional (EZLN). A principal causa do conflito é a questão agrária.

AMBIENTE: Comunidade no Peru enfrenta gigante do petróleo

Washington, 07/05/2007 – Indígenas da selva peruana do rio Amazonas advertiram a multinacional Occidental Petroleum Corporation (Oxy) que limpe sua selva ou apresentarão uma queixa contra essa empresa na justiça dos Estados Unidos. Um informe sobre as atividades da Oxy durante três décadas na fronteira entre Peru e Equador diz que meninos e meninas da comunidade Achuar apresentam altas concentrações de chumbo e cádmio no sangue, considerados muito prejudiciais para seu desenvolvimento. Também estudos anteriores feitos pelo Governo peruano chegaram a conclusões semelhantes.

“Esta semana nos comunicamos com a Oxy para que nos diga de boa fé como fará para limpar o lixo tóxico que deixou em nossa selva. Já esperamos muito”, disse o ancião e líder espiritual Tomas Maynas Carijano, um dos possíveis queixosos. “Se a Oxy não nos der uma resposta satisfatória logo, vamos preparar uma queixa pelos prejuízos causados”, acrescentou.

Um porta-voz da companhia na cidade norte-americana de Los Angeles refutou as acusações e disse à IPS que a empresa não tem conhecimento de que suas atividades causem problemas

de saúde, e acrescentou que ela não opera nessa região desde o final de 1999.

Envolverde. Revista Digital de Ambiente, Edu cação e Cidadania. Disponível em:
2007/05/america-latina/ambiente-comunidade-no-peru-enfrenta-gigante-do-petroleo/>. Acesso em: 7 nov. 2013.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

1ª SÉRIES TRABALHO DE GEOGRAFIA - A MUDANÇA DAS DISTÂNCIAS GEOGRÁFICAS E OS PROCESSOS MIGRATÓRIOS

1ª SÉRIES 

 TRABALHO DE GEOGRAFIA

 A MUDANÇA DAS DISTÂNCIAS GEOGRÁFICAS E OS PROCESSOS MIGRATÓRIOS

VALOR - 5,0 NA MÉDIA

SUGESTÃO - RESPONDER O CADERNO DO ALUNO AJUDA SEU TRABALHO

INSTRUÇÕES SOBRE OS ASSUNTOS MÍNIMOS A SEREM TRATADOS NO TRABALHO:

GRUPOS DE 02 A 04 ALUNOS

LIVRE ESCOLHA (VOCÊS ESCOLHEM OS COLEGAS)


PESQUISAR SOBRE OS PRINCIPAIS PROCESSOS MIGRATÓRIOS


POR QUE AS PESSOAS MIGRAM, IMIGRAM, EMIGRAM?


EXEMPLO:


A população brasileira foi formada, em boa 
medida, por povos vindos de outras partes 
do mundo, por processos migratórios estrangeiros.

Quais foram os principais grupos que 
vieram para cá? Quando vieram e para que 
parte do nosso território eles se dirigiram?

Vários grupos estrangeiros vieram para o Brasil ao longo de 
sua história e em diferentes condições. Um desses povos são 
os italianos. O período de maior imigração italiana ocorreu 
entre 1880 e 1930. Outro grupo marcante de imigrantes foi o japoneses.
A imigração do distante país asiático começou 

no início do século XX. Não há como esquecer os portugueses 

que vieram pra cá ao longo da história como colonizadores.

Depois da descolonização, somente na primeira metade 
do século XX a migração portuguesa foi retomada, época em 
que chegavam 25 mil imigrantes portugueses por ano.


FALAR SOBRE:


PORTUGUESES
ITALIANOS
JAPONESES

ALEMÃES
ÁRABES

1 - ATENÇÃO PARA AS DATAS

DE ENTREGA DOS TRABALHOS

1 B    20 DE AGOSTO 2015 - QUINTA-FEIRA
1 C    20 DE AGOSTO 2015 - QUINTA-FEIRA

2- APRESENTAR O TRABALHO EM POWER POINT - TEXTOS TIPO MANCHETE (PEQUENOS E OBJETIVOS) COM OS TÍTULOS RESPECTIVOS


3- GRAVAR EM CD OU DVD,SE NÃO FUNCIONAR O CD/DVD,QUANDO A PROFESSORA FOR CORRIGIR, HAVERÁ UMA OPORTUNIDADE PARA REGRAVAR, E ENTREGAR NO DIA SEGUINTE MESMO QUE NÃO TENHA A AULA DE GEOGRAFIA, MAS, CASO VOLTE A OCORRER PROBLEMAS, HAVERÁ NOVA OPORTUNIDADE DE ENTREGA NA AULA SEGUINTE COM 50% DE PREJUÍZO NA NOTA.
(DUAS OPORTUNIDADES)


4- MÍNIMO DE 22 SLIDES, COM MAPAS, IMAGENS E GRÁFICOS , ETC - PERTINENTES AO ASSUNTO DO TRABALHO.


BOM TRABALHO A TODOS


terça-feira, 4 de agosto de 2015

3ª SÉRIES - TRABALHO DE GEOGRAFIA - GEOGRAFIA DAS RELIGIÕES

3ª SÉRIES


TRABALHO DE GEOGRAFIA 3ª SÉRIES - GEOGRAFIA DAS RELIGIÕES

VALOR - 5,0 NA MÉDIA

SUGESTÃO - RESPONDER O CADERNO DO ALUNO AJUDA SEU TRABALHO


INSTRUÇÕES SOBRE OS ASSUNTOS MÍNIMOS A SEREM TRATADOS NO TRABALHO:


TRABALHO EM GRUPO DE 2 A 4 ALUNOS


LIVRE ESCOLHA(VOCÊS ESCOLHEM O COLEGA)
I - ORIGEM
II – PRECEITOS (DIREITOS E DEVERES)
III – SACRAMENTOS(CASAMENTO, BATISADO ETC...)
IV - TERRITORIALIDADE (ONDE ESTA A MAIOR CONCENTRAÇÃO DE DETERMINADA RELIGIÃO)
V - LUTAS EM NOME DE RELIGIÕES (GUERRAS SANTAS)
VI – ALIMENTOS OFERECIDOS EM DATAS RELIGIOSAS


1-ATENÇÃO PARA AS DATAS


DE ENTREGA DOS TRABALHOS


3A EM 18/08/15


3B EM 18/08/15


3C EM 20/08/15


3D EM 20/08/15


3E EM 19/08/15


2- APRESENTAR O TRABALHO EM POWER POINT - TEXTOS TIPO MANCHETE (PEQUENOS E OBJETIVOS) COM OS TÍTULOS RESPECTIVOS


3- GRAVAR EM CD OU DVD,SE NÃO FUNCIONAR O CD/DVD,QUANDO A PROFESSORA FOR CORRIGIR, HAVERÁ UMA OPORTUNIDADE PARA REGRAVAR, E ENTREGAR NO DIA SEGUINTE MESMO QUE NÃO TENHA A AULA DE GEOGRAFIA, MAS, CASO VOLTE A OCORRER PROBLEMAS, HAVERÁ NOVA OPORTUNIDADE DE ENTREGA NA AULA SEGUINTE COM 50% DE PREJUÍZO NA NOTA.
(DUAS OPORTUNIDADES)


4- MÍNIMO DE 22 SLIDES, COM MAPAS, IMAGENS E GRÁFICOS , ETC - PERTINENTES AO ASSUNTO DO TRABALHO.


BOM TRABALHO A TODOS

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

TEXTO DE APOIO PARA 3as SÉRIES TRABALHO SOBRE RELIGIÕES

TEXTO DE APOIO PARA 3as SÉRIES

Resumo das religiões seus conceitos e suas características, curiosidade que se acentuou apos a invasão Estadunidense no Iraque.

Conheça o cristianismo, a religião de Jesus

O cristianismo é uma das chamadas grandes religiões. Tem aproximadamente 1,9 bilhão de seguidores em todo o mundo, incluindo católicos, ortodoxos e protestantes. Cristianismo vem da palavra Cristo, que significa messias, pessoa consagrada, ungida. Do hebraico mashiah (o salvador) foi traduzida para o grego como khristos e para o latim como christus.A doutrina do cristianismo baseia-se na crença de que todo o ser humano é eterno, a exemplo de Cristo, que ressuscitou após sua morte. A fé cristã ensina que a vida presente é uma caminhada e que a morte é uma passagem para uma vida eterna e feliz para todos os que seguirem os ensinamentos de Cristo, baseados na fraternidade e no amor ao próximo.Os ensinamentos estão contidos na Bíblia, dividida entre o Antigo e o Novo Testamento.O Antigo Testamento trata da lei judaica, ou Torah. Começa com relatos da criação e é todo permeado pela promessa de que Deus, revelado a Abraão, a Moisés e aos profetas enviaria à Terra seu próprio filho como Messias, o salvador.O Novo Testamento contém os ensinamentos de Cristo, escritos por seus seguidores. Os principais são os quatro evangelhos ("mensagem", "boa nova"), que são quatro versões mais ou menos semelhantes da vida de Cristo, escritas pelos apóstolos Mateus, Marcos, Lucas e João. Também inclui os Atos dos Apóstolos (cartas e ensinamentos que foram passados de boca em boca no início da era cristã, com destaque para os textos de São Paulo) e o Apocalipse (texto até hoje polêmico e que narra, basicamente, como seria ao fim do mundo).O nascimento do cristianismo se confunde com a história do império romano e com a história do povo judeu. Na sua origem, o cristianismo foi apontado como uma seita surgida do judaísmo.Quando Jesus Cristo nasceu, na pequena cidade de Belém, próxima a Jerusalém, os romanos dominavam a Palestina. Os judeus viviam sob a administração de governadores romanos e, por isso, aspiravam pela chegado do Messias, apontado na Torá como o enviado que os libertaria da dominação romana.Segundo a Bíblia, até os 30 anos Jesus viveu anônimo em Nazaré, cidade situada no norte do atual Israel. Aos 33 anos seria crucificado em Jerusalém e ressuscitaria três dias depois. Em pouco tempo reuniu seguidores (os 12 apóstolos) e percorreu a região pregando sua doutrina e fazendo milagres, como ressuscitar pessoas mortas e curar cegos, o que lhe garantiu rápida popularidade.Mas, para as autoridades religiosas judaicas ele era um blasfemo, por não seguir à risca os ensinamentos da Torah. Também não dava mostras de que seria o líder que libertaria a região da dominação romana. Ele apenas pregava paz, amor ao próximo. Para os romanos, era um agitador popular, que não reconhecia a divindade do imperador de Roma.Após ser preso e morto, a tendência era de que seus seguidores se dispersassem e seus ensinamentos fossem esquecidos. Ocorreu o contrário. É justamente nesse fato que se assenta a fé cristã. Como haviam antecipado os profetas no Antigo Testamento, Cristo ressuscitou, apareceu a seus apóstolos que estavam escondidos e ordenou que se espalhassem pelo mundo pregando sua mensagem de amor e paz. Apóstolo quer dizer enviado.O cristianismo firmou-se como uma religião de origem divina. Seu fundador era o próprio filho de Deus, enviado como salvador e construtor da história junto com o homem. Ser cristão, portanto, seria engajar-se na obra redentora de Cristo, tendo como base a fé em seus ensinamentos.Rapidamente, a doutrina cristã se espalhou pela região do Mediterrâneo e chegou ao coração do império romano. São Pedro, um dos 12 apóstolos, se tornou o primeiro bispo de Roma e o primeiro papa. A ele, Jesus teria dito: "Tu és Pedro e sobre esta pedra fundarei a minha Igreja". Igreja significa reunião.A difusão do cristianismo pela Grécia e Ásia Menor foi obra especialmente do apóstolo Paulo, que não era um dos 12 e teria sido chamado para a missão pelo próprio Jesus. As comunidades cristãs se multiplicaram. Surgiram rivalidades. Em Roma, muitos cristãos foram transformados em mártires, comidos por leões em espetáculos no Coliseu, como alvos da ira de imperadores atacados por corrupção e devassidão.Em 313, o imperador Constantino se converteu ao cristianismo e concedeu liberdade de culto, o que facilitou a expansão da doutrina por todo o império. Antes de Constantino, as reuniões ocorriam em subterrâneos, as famosas catacumbas que até hoje podem ser visitadas em Roma.O cristianismo, mesmo firmando-se como de origem divina, é, como qualquer religião, praticado por seres humanos com liberdade de pensamento e diferentes formas de pensar.Assim, à medida que foi ganhando terreno, também enfrentou rachas -sua grande ferida viva do passado e do presente.Desvios de percurso e situações históricas determinaram os rachas que dividiram o cristianismo em várias confissões (as principais são as dos católicos, protestantes e ortodoxos).O primeiro grande racha veio em 1054, quando o patriarca de Constantinopla, Miguel Keroularios, rompeu com o papa, separando do cristianismo controlado por Roma as igrejas orientais, ditas ortodoxas. Bizâncio e depois Constantinopla (a Istambul de hoje, na Turquia), seria até 1453 a capital do império romano do Oriente, ou Império Bizantino.O império romano do Ocidente já havia caído muito tempo antes, em 476, marcando o início da Idade Média. E foi justamente na chamada Idade Média, ainda hoje um dos períodos mais obscuros da história, que o cristianismo enfrentou seus maiores desafios, produzindo acertos e erros.Essa caminhada culminou com o segundo grande racha, a partir de 1517. O teólogo alemão Martinho Lutero, membro da ordem religiosa dos Agostinianos, revoltou-se contra a prática da venda de indulgências e passou a defender a tese de que o homem somente se salva pela fé. Lutero é excomungado e funda a Igreja Luterana. Não reconhece a autoridade papal, nega o culto aos santos e acaba com a confissão obrigatória e o celibato dos padres e religiosos. Mas mantém os sacramentos do batismo e da eucaristia.Mais tarde, a chamada Reforma Protestante deu origem a outras inúmeras igrejas cristãs, cada uma com diferentes interpretações de passagens bíblicas ou de ensinamentos de Cristo.Atualmente, está em curso um movimento de reunificação cristã. Teve início há cerca de 40 anos, a partir do famoso Concílio Vaticano II (1962-1965) promovido pela Igreja Católica. Cresce a percepção de que o cristianismo precisa restabelecer sua unidade.O chamado ecumenismo envolve o diálogo do cristianismo também com as outras grandes religiões, como o islamismo, o judaísmo, o hinduísmo e o budismo.O caminho será longo, mas a hora é a de acabar com fanatismos, que nada têm de religioso e são origem de tantos males.

Saiba mais sobre o Islamismo, a religião de Allah

O islamismo é a religião que mais cresce no mundo: 15% ao ano. São hoje mais de 1,2 bilhão de pessoas (7 milhões só nos EUA). Uma em cada cinco pessoas na Terra é muçulmana, outro nome dado aos seguidores do islamismo.Essa religião nasceu com a revelação do livro sagrado dos muçulmanos, o Alcorão. Foi revelado ao profeta Muhammad por volta de 622 d.C., em Meca (Arábia Saudita). Muhammad (570-632 a.C) recebeu e recitou o Alcorão aos seus companheiros, que o escreveram. A religião mais conhecida era, até então, a dos cristãos (e, em menor número, a judaica). Muhammad recebeu a palavra diretamente de Deus, como Abrahão, Moisés e Jesus. Assim como a Bíblia, o Alcorão também ensina que há apenas um Deus, que existe céu (com anjos) e inferno (com demônios), e que sua lei deve ser seguida à risca. Também é repleto de metáforas, provérbios e sentenças, que podem ser bem ou mal interpretados. Para os seguidores dessa religião, Jesus Cristo foi realmente um profeta enviado por Deus, mas sua missão não teria chegado ao final. Sua palavra não foi compreendida e aceita pelos judeus. Por isso houve a necessidade que viesse um outro profeta, que teria contato direto com o Onipotente. Ele veio completar a mensagem de Jesus, diz a tradição. Esse homem que traria a lei divina foi Muhammad, cujo nome foi traduzido incorretamente para o português como Maomé. A religião de Allah (como Deus é chamado pelos islâmicos) não aceita adoração de imagens e nem música instrumental, apenas percussão. Tampouco permite sexo antes do casamento. Mas, pelas leis religiosas, o homem pode casar com até quatro mulheres. Também como há um aviso divino no último livro da Bíblia, para que nenhuma palavra ou letra seja alterada, retirada ou incluída (no Apocalipse de São João, 22, 18-19), o mesmo acontece com o Alcorão. Como foi ditado por Deus, nenhum ser vivo pode tocar em seu texto original. Todo muçulmano que tiver saúde e dinheiro suficiente deve ir pelo menos uma vez na vida até Meca, na Arábia Saudita, onde está a Mesquita Sagrada. Lá, o fiel deve dar sete voltas em torno da primeira grande edificação sagrada, a Caaba. Há outras atividades e locais que devem ser visitados, como o Monte Arafat e a cidade de Medina _para onde Muhammad migrou quando foi perseguido em Meca. Essa saída de Muhammad de Meca é chamada de hégira ("migração") e marca o início do calendário muçulmano. Marca o momento em que todo um povo pagão passou a seguir os preceitos do islamismo. O ano muçulmano é medido pelas 12 revoluções completas da Lua em torno da Terra. Numa média, seu ano é 11 dias menor que o nosso ano solar. Em 26 de março de 2001, entramos no ano 1422 de seu calendário. Durante o controle de Meca, surgiu com força a idéia e sensação coletiva de que todos os muçulmanos são irmãos e que devem combater todos os homens até que reconheçam que só há um Deus. Cinco pilaresO Islamismo tem cinco fundamentos obrigatórios para quem quer segui-lo à risca:1) Testemunhar que só há um Deus2) Rezar cinco vezes ao dia3) Dar 2,5% de seu lucro líquido para as pessoas mais carentes4) Jejuar no mês de Ramadã5) Peregrinação à MecaEm outra semelhança com o mundo cristão, os muçulmanos também sofreram uma cisão, como a que ocorreu entre católicos e protestantes. No seu caso, a divisão é entre os sunitas e xiitas, que disputam o direito à sucessão de Muhammad. Só que os sunitas representam 90% dos muçulmanos no mundo.Assim como no cisma cristão, um dos motivos da luta entre sunitas e xiitas é saber quem deveria liderar o islamismo depois da morte do profeta, e também quem teria a "propriedade" da interpretação correta da palavra de Deus. Mas, na verdade, a palavra é uma só.

Conheça um pouco da história do Judaísmo

A história do judaísmo começa com Abrahão, por volta do ano 2.100 a.C. Abrahão morava na Mesopotâmia quando recebeu uma mensagem de Deus ordenando-o a abandonar sua terra natal e a seguir para um novo local, onde seria "fundado" o povo de Deus. A esse povo Deus garantiu bençãos, favores e sua predileção. O local escolhido foi a terra de Canaã.Abrahão obedeceu e partiu. Mais tarde, quando morreu, seu poder foi passado ao filho Isaac e deste para Jacob, que por sua vez o dividiu entre seus 12 filhos. Um deles era José, que mais tarde seria vendido como escravo ao faraó, rei do Egito. José era tão sábio e foi tão querido pelo faraó (rei do Egito) que ganhou um cargo e poderes imensos: chegou a ser uma espécie de vice-rei. Imediatamente José tratou de dar a seus irmãos mais terras, para que as cultivassem. Assim os israelitas começaram a prosperar. Esse foi o problema: prosperaram tanto e se tornaram tão ricos e tão numerosos que assustaram o reino egípcio. Resultado: foram subjugados militarmente e submetidos à escravidão. O faraó ainda não estava satisfeito. Pretendia interromper de forma definitiva sua expansão: decidiu que todos os varões que nascessem nas famílias israelitas deveriam ser mortos. E assim foi feito, e de forma cruel. Às meninas, no entanto, era dado o direito à vida. Um desses bebês, cujo destino certo era a morte, foi escondido por seus pais dos soldados egípcios. Os pais conseguiram isso durante três meses. Quando a vida do bebê passou a correr perigo iminente, seus pais o colocaram numa cesta e o soltaram no rio Nilo. Quis o destino que uma das filhas do faraó visse o cestinho boiando nas águas e ouvisse o choro do bebê. Ela tratou de resgatá-lo e o menino ganhou o nome de Moisés, ou Moschê, que pode significar "retirado" ou "nascido das águas". Moisés cresceu e estudou dentro do reino egípcio, sempre muito bem tratado, apesar de sua salvadora saber que era filho de hebreus.Um dia, enquanto ainda vivia no reino, Moisés foi visitar seus "irmãos" hebreus e viu um deles ser ferido com crueldade por um egípcio. Irado, Moisés matou o egípcio e escondeu seu corpo na areia. Mas as notícias correram rapidamente: o faraó soube do crime e decidiu mandar matar Moisés. No entanto, ele conseguiu fugir para a terra de Madiã. Foi ali que ele conheceria sua primeira mulher, filha do sacerdote local, chamada Séfora. Ela lhe deu um filho, que ganhou o nome de Gerson (que significa "hóspede")."Porque sou apenas um hóspede em terra estrangeira", diz Moisés no capítulo 2, versículo 22 do Êxodo. Passaram-se os anos, o faraó que perseguia Moisés morreu, mas os israelitas (ou hebreus) continuavam sob o jugo egípcio. Diz a Bíblia que Moisés se compadeceu do sofrimento de seu povo e clamou a Deus pelos seus irmãos. Deus o ouviu. Deus apareceu para Moisés pela primeira vez numa fogueira de sarça, feita no monte Horeb. E lhe disse: "(...) Eis que os clamores dos israelitas chegaram até mim, e vi a opressão que lhes fazem os egípcios. Vai, te envio ao faraó para tirar do Egito os israelitas, meu povo (Êxo, 3, 9-10)." Apesar de achar que nem o novo faraó nem seus próprios irmãos acreditariam nele, Moisés fez o que Deus mandou. Voltou ao Egito e contatou o faraó. Este parecia inabálavel na decisão de manter os hebreus escravos.O faraó só mudou de idéia depois que viu seu reino ser atingido por dez pragas enviadas diretamente por Deus. Finalmente, ele permitiria a libertação dos israelitas. Na verdade, foi uma expulsão. É aí que começa a primeira grande movimentação de um povo na história. A Bíblia fala em 600 mil vagando pelo deserto durante 40 anos, em direção à terra prometida. Atravessaram o golfo ocidental do Mar Vermelho. Nasce o JudaísmoDurante essas quatro décadas Deus comunicou-se diretamente com Moisés e deu todas as leis a serem seguidas por seu "povo eleito". Os dez mandamentos, o conjunto de leis sociais e penais, as regras dos alimentos, os direitos sobre propriedades... Enfim, tudo foi transmitido por Deus a Moisés, que retransmitia cada palavra ao povo que o seguia. Era o nascimento do Judaísmo. A missão não foi fácil nem para Deus: durante os 40 anos que "acompanhou" os israelitas no deserto, o Todo-Poderoso voltou a constatar os terríveis defeitos da natureza humana. Cansados, sem esperança e desconfiados de Moisés, muitos iriam atacá-lo e criticá-lo. A incredulidade e a desobediência dos israelitas eram tamanhas que, algumas passagens, Deus pondera em destrui-los e a dar a Moisés outro povo (a primeira vez que Deus "lamenta" ter criado a raça humana está em Genesis 6, 6).Mas Moisés não queria outro povo. Clamou novamente a Deus para que perdoasse os erros dos israelitas. Era com eles que queria seguir até a terra prometida. Deus aquiesceu. Moisés levou a cabo sua missão. Subiu as planícies de Moab ao monte Nebo, em frente a Jericó (hoje uma área sob controle palestino) e legou aos seus descendentes o Torah (o Velho Testamento). "Eis a terra que jurei a Abraão, Isaac e a Jacó dar à tua posteridade. Viste-a com os teus olhos, mas não entrarás nela (disse Deus). E Moisés morreu." (Deut, 34, 4-5). "Não se levantou mais em Israel profeta comparável a Moisés, com quem o Senhor conversava face a face." (Deut, 34, 10). E os judeus passaram a seguir apenas as leis do Torah. Jesus Cristo não é aceito como filho de Deus, como diz o Novo Testamento, conjunto de livros que é desconsiderado pela religião judaica.

Saiba mais sobre o Hinduísmo

A religião dos deuses Hinduísmo, mais do que uma simples religião, é um complexo conjunto de doutrinas e práticas religiosas que surgiram na Índia cerca de 4.000 anos atrás. Em sânscrito a palavra hinduísmo escreve-se "sanatana dharma", que significa "a lei permanente". São cerca de 650 milhões de adeptos dessa religião no mundo. A base do hinduísmo está nos chamados Quatro Livros Sagrados dos Vedas (Rigveda, Samaveda, Yajurveda e Artharvaveda). O conhecimento que deu origem a esses livros possivelmente vinha pela tradição oral e talvez até pela pintura. No século 10, foram compilados. A origem dos Vedas seria um povo ário de origem indo-européia, que teria chegado à região dos rios Indo e Ganges cerca de 3.500 anos atrás e lá se estabelecido. O hinduísmo é uma das primeiras religiões a ter como fundamento a crença na reencarnação e no carma, bem como na lei de ação e reação _que milhares de anos depois, no século 19, seria encampada pelo espiritismo. Para os hindus, tudo reencarna. Não só pessoas, mas animais também. Assim como o islamismo e o cristianismo, o hinduísmo também ganhou status de ordem política, já que ele ensina que a lei (dharma) criou os humanos e a própria natureza sob um sistema de castas. Cada indivíduo pertence à casta que merece. Quanto mais alta a casta, em tese, maior evolução espiritual essa pessoa tem. A religião não busca a felicidade neste mundo. Sua principal orientação é para que o homem se liberte de todo o carma e das reencarnações, e atinja um estado conhecido como nirvana. O Paraíso bíblico, para os hindus, é esse. Para atingir esse "lugar" é necessário praticar ioga e meditação diariamente, por toda a vida. e fazer o bem, claro. Trata-se de uma religião politeísta (com vários deuses e deusas). Entre eles Brahma, o deus principal e criador, que com Shiva e Vishnu. Formam a tríade divina ("traduzindo" para os cristãos, Pai, Filho e Espírito Santo); também há Varuna, o deus dos deuses; Agni (patriarca dos homens e deus do fogo) e muitos outros, como a deusa Maya (ilusão), que comanda este mundo "ilusório". Ratos, vacas e serpentes são animais considerados sagrados. Por isso, ratos se tornaram uma praga praticamente indestrutível na Índia onde calcula-se que haja cerca de 3,5 bilhões deles, mais de três vezes a população do país. Segundo a tradição, Brahma teve quatro filhos que deram origem às quatro castas: brâmanes (os que saíram da boca de Brahma), são a mais elevada; os xátrias (os que saíram dos braços de Brahma), que são os guerreiros; os vaicias (os que saíram das pernas de Deus ou Brahma), são os camponeses e comerciantes; os sudras (aqueles que saíram dos pés de Brahma), são os servos e escravos. Os párias, a quinta categoria, não são uma casta. São pessoas que cometeram "crimes" e que desobedeceram às leis sagradas. Seus filhos automaticamente são párias também. Socialmente são considerados um "nada". A eles é proibido viver nas cidades e até mesmo ler qualquer um dos livros sagrados.


Budismo

China e no Tibet por motivos políticos. Em outros países asiáticos, porém, ele passou por uma fase de renovação, associando-se muitas vezes a movimentos nacionalistas. O reavivamento do budismo na Índia teve início em fins do século XIX, com a fundação da Sociedade Mahabodhi pelo missionário cingalês Anagarika Dharmapala. Mais tarde, Ambedkar associou o budismo ao movimento contra as castas, apelando para que os párias ou intocáveis se convertessem ao budismo. Gandhi, Tagore, Nehru e outros líderes demonstraram grande simpatia pela doutrina budista. No Ocidente, onde seu estudo sistemático ocorreu a partir do século XIX, o budismo teve boa acolhida, chegando mesmo a se formarem pequenas comunidades.

Budismo no Japão

O movimento budista adquiriu no Japão características de uma verdadeira religião oficial. Os primeiros templos foram construídos pela corte imperial ou pela nobreza e os monges eram a princípio considerados funcionários estatais. Graças a sua associação com o poder, o budismo era procurado não por sua doutrina, mas pelos rituais mágicos dispensadores de prosperidade e saúde. Fundindo-se com elementos da religião nativa, o budismo deu origem a um sincretismo búdico-xintoísta que subsiste na época moderna.

0 Budismo no Sudeste Asiático

No Século III a.C., o budismo foi introduzido no Sudeste Asiático pelo filho do imperador indiano Açoka, príncipe Mahinda, que o difundiu na ilha de Ceilão, onde a doutrina logo obteve grande aceitação. Posteriormente, dividiu-se em três escolas. Por iniciativa dos reis budistas da ilha foi feita uma compilação das escrituras em línguas páli. No século V, os letrados Budaghosa e Dhammapala escreveram grande número de comentários e textos filosóficos, disseminando ainda mais o budismo. No século XI, os cholas da Índia meridional invadiram o Ceilão e eliminaram o budismo, que foi depois reintroduzido a partir da Birmânia. A forte colonização portuguesa, holandesa e inglesa não conseguiu eliminar o budismo na região. Ao contrário, a partir de 1756, com a chegada de dez líderes monásticos tailandeses, o movimento chegou a ter um reflorescimento no Sudeste Asiático, tornando-se a mais importante religião do Ceilão. Na Birmânia ele penetrou por volta do século V, inspirando a construção de inúmeros templos. Quando os mongóis invadiram o país no século XIII, o budismo sofreu um revés, mas conseguiu sobreviver em algumas regiões, e é hoje bastante difundido no país.

Budismo no Tibet e na Mongólia

As tribos tibetanas tinham, no início, um culto primitivo como religião, o Bon-po. O budismo só chegou à região a partir da Índia e do Nepal no século IV da era cristã. Mas seu reconhecimento oficial só ocorreu no século VII, quando os textos budistas foram traduzidos através de um alfabeto tibetano, composto especificamente para isto. No século XV, o monge Tsong-Kha-Pa introduziu reformas: criou uma comunidade que usava gorros amarelos, em oposição aos conservadores, que usavam gorros vermelhos. Os dalai-lamas, os dirigentes máximos dos gorros amarelos, começaram, então, a exercer o poder temporal. No século XVII, teve início o movimento missionário na Mongólia, na Manchúria e no norte da China, estendendo-se, no século seguinte, aos confins da Sibéria oriental.

Budismo na China

Embora criticado pelas escolas de pensamento chinesas, o budismo, desde a sua introdução na China, logo se adaptou à índole e cultura do país, sem perder suas características fundamentais. Enorme foi sua influência sobre os usos, os costumes e até mesmo sobre as próprias escolas filosóficas chinesas. Muitas doutrinas apenas esboçadas no budismo indiano foram desenvolvidas e aprofundadas na China. Apesar dessa nítida influência, existe uma controvérsia sobre a época da introdução do budismo nesse país. Apontam-se os anos 2 e 65 da nossa era, como as datas mais prováveis. Na segunda metade do século I, monges budistas chegados da Ásia central pregavam o Dharma na capital e nas províncias, sob proteção do imperador. A absorção do budismo pelos chineses foi facilitada pela semelhança de alguns de seus conceitos com as idéias do taoísmo. Contudo, o celibato dos monges e seu afastamento das atividades produtivas chocavam-se com os princípios básicos da ética familiar e do pensamento social e político da China, o que provocou numerosas críticas, longas polêmicas e mesmo perseguições.

Budismo no Ocidente e no Brasil

Datam do período helenístico as primeiras aproximações do budismo com o mundo ocidental. Mercadores indianos que viviam em Alexandria propagaram sua fé budista pela região. Clemente de Alexandria foi o primeiro autor ocidental a citar em suas obras o nome de Buda. Marco Polo, em seu livro de viagens, apresenta um resumo da vida de Çakyamuni (outro nome de Buda) em sua descrição da ilha de Ceilão. Na França, no século XIX, começou o estudo filosófico do budismo. Na Inglaterra e na Alemanha também houve uma concentração de estudos sobre o budismo científico. Em 1845, Jean-Louis Burnouf publicou sua importante Introduction à l'histoire du bouddhisme indien (Introdução à história do budismo indiano), livro que teve grande repercussão. Max Müller, na Inglaterra, publicou, pela Universidade de Oxford, sua coleção de livros sagrados do Oriente. Teve muita importância também para a divulgação do budismo o poema "The Light of Asia" ("A luz da Ásia"), de Edwin Arnold, publicado em 1879. Nos Estados Unidos, o coronel H. S. Olcott, defensor de um sincretismo entre as principais tradições religiosas ocidentais e orientais, estudou o budismo e o difundiu entre os americanos. Em 1906 fundou-se a Sociedade Budista da Inglaterra; em 1929, por iniciativa de uma budista americana, Constance Lounsbery, foi criada uma instituição semelhante na França. No Brasil, na década de 1920, formou-se um primeiro grupo de budistas, radicado no Rio de Janeiro, liderados por Lourenço Borges. Murilo Nunes de Azevedo, em 1955, reavivou-o, juntamente com o escritor Nelson Coelho, mais ligado ao budismo Zen. Após a segunda guerra mundial os budistas imigrantes se organizaram no Brasil, com centros de atuação em São Paulo e Rio de Janeiro.

2ªS SÉRIES - TRABALHO DE GEOGRAFIA - INICIO DO PROCESSO DE INDUSTRIALIZAÇÃO NO BRASIL

2ªS SÉRIES

TRABALHO PARA AS 2ªS SÉRIES

VALOR - 5,0 NA MÉDIA

SUGESTÃO - RESPONDER O CADERNO DO ALUNO AJUDA SEU TRABALHO


INSTRUÇÕES SOBRE OS ASSUNTOS MÍNIMOS A SEREM TRATADOS NO TRABALHO:

TRABALHO EM GRUPO DE 2 A 4 ALUNOS 

LIVRE ESCOLHA

(VOCÊS ESCOLHEM)

TÍTULO - COMO E QUANDO OCORREU O INICIO DA INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA?

ASSUNTO MÍNIMO A SER TRATADO NO TRABALHO:

- FASES DA INDUSTRIALIZAÇÃO;

- INDUSTRIA RETARDATÁRIA OU TARDIA;

- ERA VARGAS;

- CONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL NO SUDESTE;

- SIGNIFICADO DE DESCENTRALIZAÇÃO E DESCONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL;

- DISTRIBUIÇÃO DA ATIVIDADE INDUSTRIAL NO ESTADO DE SÃO PAULO, POR EIXOS DE
INDUSTRIALIZAÇÃO (VIA DUTRA, REGIS BITENCOURT, BANDEIRANTE, ETC)

- INSERÇÃO DO BRASIL NA TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL OU TECNOLÓGICA;

- PLANO DE METAS DE JUSCELINO KUBITSCHEK "50 ANOS EM 5" 
(1956 A 1961) INDÚSTRIAS DE BENS DE CONSUMO DURÁVEIS (AUTOMÓVEIS E ELETRODOMÉSTICO);

- PRIMEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL NO BRASIL DE 1880 ATÉ 1930;

- SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL NO BRASIL DE 1930 ATÉ 1955;

GETULIO VARGAS:

 - PRIMEIRO GOVERNO DE POLÍTICA NACIONALISTA (1930-1945);

- SEGUNDO GOVERNO DESENVOLVIMENTISTA AUTÔNOMO DE BASE INDUSTRIAL (1952- 1954);

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1-ATENÇÃO PARA AS DATAS

DE ENTREGA DOS TRABALHOS

2A EM 19/08/15

2B EM 19/08/15

2C EM 19/08/15

2D EM 18/08/15 

2E EM 20/08/15


2- APRESENTAR O TRABALHO EM POWER POINT - 
TEXTOS PEQUENOS E OBJETIVOS COM OS TÍTULOS RESPECTIVOS

 3- GRAVAR EM CD OU DVD,SE NÃO FUNCIONAR O CD/DVD,QUANDO A PROFESSORA FOR CORRIGIR,  HAVERÁ UMA OPORTUNIDADE PARA REGRAVAR, E ENTREGAR NO DIA SEGUINTE MESMO QUE NÃO TENHA A AULA DE GEOGRAFIA, MAS, 
 CASO VOLTE A OCORRER PROBLEMAS, HAVERÁ NOVA OPORTUNIDADE DE ENTREGA NA AULA SEGUINTE COM 50% DE PREJUÍZO NA NOTA.
(DUAS OPORTUNIDADES)

4- MÍNIMO DE 22 SLIDES, COM MAPAS, IMAGENS E GRÁFICOS , ETC - PERTINENTES AO ASSUNTO DO TRABALHO.

BOM TRABALHO A TODOS