CARPE DIEN

sábado, 23 de maio de 2015

CALENDÁRIO DE ENTREGA DOS TRABALHOS DO SEGUNDO BIMESTRE ULTIMA NOTA 2,0 PONTOS NA MÉDIA

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CALENDÁRIO DE ENTREGA DOS TRABALHOS DO SEGUNDO BIMESTRE ÚLTIMA NOTA
 2,0 PONTOS NA MÉDIA

29 DE MAIO SEXTA FEIRA
1B - 2A - 2B - 2E - 3C - 3D

02 DE JUNHO TERÇA FEIRA
1C - 2C - 2D - 3A - 3B - 3E

OS TRABALHOS ENTREGUES NO DIA 03 DE JUNHO QUARTA FEIRA VALEM 1,0 PONTO NA MÉDIA(METADE DA NOTA)
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TRABALHO DE GEOGRAFIA 1ª SERIES SEGUNDO BIMESTRE O SENSORIAMENTO REMOTO: A DEMOCRATIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES

1ª SERIES

TRABALHO DE GEOGRAFIA SEGUNDO BIMESTRE ÚLTIMA     NOTA VALOR 2,0 NA MÉDIA

INSTRUÇÕES
EM FOLHA ALMAÇO SEM CAPA, MANUSCRITO COM CANETA AZUL OU PRETA - JÁ INICIAR COM A IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO: NOME COMPLETO, Nº, SÉRIE E TURMA, DATA E TÍTULO: 
O SENSORIAMENTO REMOTO: A DEMOCRATIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES


IR RESPONDENDO AS QUESTÕES NA SEQUÊNCIAS, COPIA A PERGUNTA E RESPONDE LOGO EM SEGUIDA

O Sensoriamento Remoto: A DEMOCRATIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES

Sensoriamento remoto ou detecção remota ou ainda teledetecção é o conjunto de técnicas que possibilita a obtenção de informações sobre alvos na superfície terrestre (objetos, áreas, fenômenos), através do registro da interação da radiação eletromagnética com a superfície, realizado por sensores distantes, ou remotos. Geralmente estes sensores estão presentes em plataformas orbitais ou satélites, aviões e a nível de campo. A NASA é uma das maiores captadoras de imagens recebidas por seus satélites. No Brasil, o principal órgão que atua nesta área é o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE.

A Democratização do Conhecimento é uma questão que discute a ampliação do acesso tanto à recepção quanto à emissão de conhecimento, a sua democratização e do conhecimento. A formação de leitores e a inserção cultural das populações nos mais diversos assuntos, pretendem assim disponibilizar as novas tecnologias de informação e comunicação às comunidades e promover o processo de inclusão digital das populações, visando o alcance de seus objetivos. 




1)-A imagem acima mostra todos os continentes, toda a superfície da Terra que é como uma esfera a noite. Você acha que isto é possível sem criar uma montagem fotográfica, sem usar uma escala de redução? Justifique sua resposta.

2)-É possível que uma única imagem de satélite represente toda a Terra à noite? Justifique sua resposta.

3)-Se você acha que esta imagem é uma montagem, será que pode abrir possibilidades para equívocos ou distorções intencionais? Justifique sua resposta.

4)-Entre um mapa e uma imagem qual delas é que melhor expressa a realidade? Justifique sua resposta.

COMPARE a foto de satélite acima com o mapa abaixo “Evolução das Grandes Aglomerações” e responta:

5)-Há alguma relação entre as zonas de maior iluminação com as de maior aglomeração?

6)-Compare as áreas de maior e menor iluminação dos Estados Unidos com áreas do território da China. São iguais? Quais diferenças?

7)-Observe as áreas mais iluminadas da foto e compare com as mesmas áreas do mapa e fça uma síntese relatando o que a foto acrescentou de conhecimentos para você em relação ao mapa e vice versa.

Evolução das Grandes Aglomerações, 1975 - 2003

8)-Qual das duas imagens acima, foto ou mapa, expressam melhor a realidade. Justifique sua resposta.

Sensoriamento remoto

Remoto é o mesmo que dizer distante, o sensoriamento remoto é um conjunto de técnicas para observar e coletar informações da superfície terrestre, obter informações à distância, seja da terra e até de outros astros. A capitação das imagens ou informações é feita através de um sensor que interage com os objetos através da radiação eletromagnética, este é um dos tipos que existem.

As fotografias aéreas obtidas com o sensoriamento remoto geralmente são utilizadas para produzir mapas, por exemplo, e são obtidas a nível suborbital. As imagens conseguidas a nível orbital, com sensores instalados em satélites artificiais, um deles o Landsat, tem uma série de utilidades, como as meteorológicas, localizar recursos naturais, queimadas, desmatamentos, entre outros. Além de aeronaves e os satélites, balões também são usados no sensoriamento remoto.

O sensoriamento a nível orbital permite o monitoramento de grandes áreas da superfície terrestres, obtendo imagens repetidas e contínuas, por tempo indeterminado, em determinados períodos dos anos, em anos predeterminados ou ao longo dos anos enquanto durar o satélite, facilitando o estudo de forma dinâmica e nas escalas que forem necessárias, sejam continentais ou mesmo de um quarteirão ou de uma casa. O sensoriamento remoto é intensamente utilizado, além do desenvolvimento de mapas cada vez mais precisos, permite imagens e estudos sobre áreas de minérios, bacias hidrográficas, ares agrícolas, planejar uma urbanização, além de monitorar desastres naturais ou provocados, como desmatamentos, queimadas, enchentes, poluição de rios e mares, erosões, deslizamentos, a dinâmica das correntes marinhas, cardumes de peixes, planejar construção de rodovias, linhas de fibra ótica, identificar e fazer estimativas de ares agrícolas plantadas para fins de gerenciamento de créditos agrícolas, identificar as áreas de preservação e avaliação do uso do solo, na implantação de pólos turísticos, Industriais, rodovias, ferrovias, reservatórios e avaliar os impactos destes no meio ambiente, além de uma melhor representação da superfície terrestre.

Todos os dados obtidos num sensoriamento remoto podem ser usados para o planejamento regional, pois os dados obtidos no sensoriamento remoto ao serem cruzados com dados socioeconômicos dão uma maior confiabilidade às necessidades levantadas para um município ou determinada área ambiental que seja vulnerável.



Leia o texto e responda:

9)-Como funciona um sensor remoto para obtenção de imagens de satélite?

10)-Quais os principais usos do sensoriamento remoto?

11)-Você acha que ele é essencial para a dinâmica das sociedades e da natureza? Justifique sua resposta.

Para o sensoriamento remoto são utilizados os satélites geoestacionários e os orbitais.

O Satélite Geoestacionário tem uma órbita equatorial e sua movimentação é numa velocidade coincidente com a da terra, para poder captar imagens de um mesmo espaço em curtos intervalos de tempo, visando fornecer dados contínuos de forma que se possa monitorar a dinâmica daquela área, como a evolução de terminados eventos naquele território.

O Satélite Orbital, tem órbita em torno da Terra, circulando em volta várias vezes ao dia. Capta imagens de diversos lugares da superfície da Terra e registra-as com detalhes, produzindo imagens mais detalhadas de toda a superfície terrestre.

RESPONDA:

12)-O que é um Sensor Remoto?

13)-Em qual dos dois satélites é possível acompanhar em um pequeno perído de tempo a evoluçãodos fenômenos fotografados? Por quê?

14)-Qual dos dois satélites se pode obter imagens mais amplas da superfície da Terra? Por quê?

15)-A Imagem-(4) abaixo está mostrando que área do globo terrestre?

16)-Que fenômeno da natureza ficou registrado na imagem-(4)?

17)-Para que serve retratar regularmente este fenômeno na imagem –(4)?

18)-Esta imagem-(4) é de um Satélite Geoestacionário, em que posição em relação a Terra se encontrava o satélite que possibilitou tirar essa foto?



AS QUESTÕES A SEGUIR, SÃO OPCIONAIS (VOCÊ RESPONDE SE QUISER)

I)-Analisando as imagens nº 4 e 5 responda: qual o tema destas imagens?
II)-Qual fenômeno está sendo monitorado em cada uma delas?
III)-Qual a importância têm para as pessoas destas regiões o monitoramento retratado na foto nº 4? E na nº 5?
IV)-Satélites 0rbitais ou Geoestacionários são ideais para monitorar os fenômenos das fotos nºs 4 e 5?


A Democratização da Informação


 Na grande rede que transformou o mundo, o conhecimento circula cada vez mais rápido, o fluxo de informações é cada vez maior, mais preciso e de maior confiabilidade. O computador primeiramente, deu um grande impulso para a coleta e difusão da informação, depois esta nova ferramenta chamada internet veio para acelerar e ampliar este processo. Como tudo em nossas vidas, a informação também precisa ser selecionada, aproveitar o que é bom, descartar o que não tem utilidade ou que seja duvidoso. As bibliotecas virtuais, cada vez mais acessíveis são ótimas fontes de conhecimentos que aos poucos vão se popularizando e delas, professores, alunos, profissionais de todas as áreas podem fazer uso, por outro lado, os fenômenos naturais ou as manifestações humanas de um determinado local da Terra podem ser observados, detectado, ou informado praticamente instantaneamente em qualquer lugar do globo. A rapidez com que estas informações circulam, dão possibilidades de prevenção, combate, socorro, propiciam ações rápidas das autoridades, dos políticos, para intervenções precisas, ou mesmo para o planejamento delas de uma forma mais efetiva. Quando a internet for popularizada, como é a televisão e o rádio, o mundo será ainda mais globalizado, interativo e a informação, seja qual for está disponível a todos de uma forma mais democrática, dependerá apenas de cada um selecionar o melhor para si.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

TRABALHO DE GEOGRAFIA 3ª SÉRIES SEGUNDO BIMESTRE ÚLTIMA NOTA - - AS REGIÕES DA ONU E ESTUDO DOS FATORES CONDICIONANTES DO IDH (índice de desenvolvimento humano)

3ª séries

 TRABALHO DE GEOGRAFIA SEGUNDO BIMESTRE ÚLTIMA NOTA VALOR 2,0 NA MÉDIA

INSTRUÇÕES

EM FOLHA ALMAÇO SEM CAPA, MANUSCRITO COM CANETA AZUL OU PRETA - JÁ INICIAR COM A IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO: NOME COMPLETO, Nº, SÉRIE E TURMA, DATA E TÍTULO 
AS REGIÕES DA ONU  E ESTUDO DOS FATORES CONDICIONANTES DO IDH (índice de desenvolvimento humano)


NO MÍNIMO, O TRABALHO DEVE ABORDAR OS SEGUINTES ASPECTOS:

- O QUE É O IDH?

- COM QUAIS FATORES DETERMINANTES SÃO USADOS PARA ENCONTRAR OS VALORES DO IDH?

- QUAL A IMPORTÂNCIA DO IDH?

- COMO OS VALORES DO IDH AJUDAM A GESTÃO PÚBLICA?

- GRÁFICOS PERTINENTES, SÃO IMPORTANTES JÁ QUE SE TRATA DE ÍNDICES, VALORES ETC...

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FAZER OS EXERCÍCIOS DO CADERNO DO ALUNO DE GEOGRAFIA, LARANJA, DAS PÁGINAS 13 A PAGINA 18, COMO APOIO AO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO.






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AS REGIÕES DA ONU



O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é calculado com base nos seguintes indicadores: o PIB per capita, em dólares PPC, ou seja, corrigido pela paridade do poder de compra, de acordo com a moeda de cada país; escolaridade, avaliada pelo índice de analfabetismo e pela taxa de matrícula em todos os níveis de ensino; longevidade, na qual são utilizados os números relativos à expectativa de vida ao nascer. Entre as principais críticas dirigidas ao IDH, podem ser destacadas: o fato de não levar em conta as formas de distribuição de renda e as diferenças culturais entre as nações. Esse último aspecto, por exemplo, abrange particularidades de comportamento quanto ao consumo e distintos valores que cada sociedade atribui para questões relacionadas à educação e formas de apropriação dos resultados da produção. Desse modo, apesar de ser um importante indicador, o IDH não contabiliza todos os aspectos do desenvolvimento e não aufere a “felicidade” das pessoas, nem indica “o melhor lugar do mundo para se viver”, dado que cada indivíduo e sociedade têm representações distintas sobre o que seja o “bem-estar”. A nova categorização de países de IDH muito elevado reforça as diferenças entre os países e demonstra que o que se entende por qualidade de vida é relativo.

Observamos mudanças na classificação do IDH – que agora agrupa os países em quatro categorias de desenvolvimento humano (muito elevado, elevado, médio e baixo). Neste sentido, temos de perceber como qualquer critério de classificação (e regionalização) é mutável e responde a interesses diversos em cada momento histórico. Alguns países melhoraram sua classificação no IDH ao longo do tempo ao observar a porcentagem de países com IDH médio, que caiu de 48% em 2005 para 41% em 2007, elevando principalmente a porcentagem de países com IDH elevado (e muito elevado): de 40% para 46%. Vale destacar que o número de países com IDH baixo aumentou de 12% para 13%, o que significa que, apesar de melhora da qualidade de vida em alguns países, outros sofreram retrocesso, piorando as condições de vida da população. Além disso, com a criação da categoria “muito elevado” em 2007, fica mais fácil perceber que a maioria dos países tem IDH médio e baixo (54%) muito distante do grupo de países cujas condições de vida da população poderiam ser consideradas mais adequadas (21%)



Esses dados auxiliam na reflexão sobre a acentuação das desigualdades entre os grupos de países.

• Países que apresentaram elevação do IDH: Islândia, Noruega, Austrália, Canadá, Irlanda, Malta, Barein, Brasil, Dominica, Armênia, Líbano, Nigéria e Serra Leoa.

• Países que apresentaram diminuição: Togo, Gâmbia, Senegal e Níger.

Quanto a esse grupo de países, é importante que você amplie a discussão com os alunos de modo a levá-los a perceber que:

• as cinco primeiras posições do IDH 2007 continuam a ser ocupadas pelos mesmos países, ainda que em colocações distintas das de 2005;

• todos os países que, em 2007, estão classificados com IDH médio, elevado ou muito elevado tiveram crescimento.

• dos países com IDH baixo, apenas Serra Leoa teve crescimento.



Quanto à mudança de categorias, vale apontar que:

• Malta é o único país de IDH muito elevado da tabela que recebeu essa classificação pela melhoria significativa de seu IDH (de 0,878 em 2005 a 0,902 em 2007);

• os demais países de IDH muito elevado presentes na tabela (Noruega, Austrália, Islândia, Canadá, Irlanda) apenas foram reclassificados, pois seus IDH de 2005 já estavam próximos dos índices registrados em 2007;

• Dominica e Líbano subiram, passando do IDH médio para o elevado;

• Nigéria subiu, passando do IDH baixo para médio;

• Togo e Gâmbia desceram na classificação, passando do IDH médio para o baixo;

• Embora Serra Leoa tenha apresentado melhoria em seu IDH entre 2005 e 2007, isso não significou mudança de categoria.

Podemos estabelecer hipóteses sobre a diferença na qualidade de vida entre os países de IDH elevado e muito elevado, apresentando exemplos como o do Brasil e o da Argentina, economias emergentes com IDH elevado, mas que apresentam realidades muito distintas das de países como a Noruega e a Austrália, que apresentam IDH acima de 0,900 e passaram a ser considerados países de IDH muito elevado.




TRABALHO DE GEOGRAFIA 2ª SÉRIES SEGUNDO BIMESTRE GENÊSE DAS FRONTEIRAS BRASILEIRAS OU EXPANSÃO TERRITORIAL BRASILEIRA - ÚLTIMA NOTA VALOR 2,0 NA MÉDIA

2ª SÉRIES

TRABALHO DE GEOGRAFIA SEGUNDO BIMESTRE ÚLTIMA NOTA VALOR 2,0 NA MÉDIA

INSTRUÇÕES

EM FOLHA ALMAÇO SEM CAPA, MANUSCRITO COM CANETA AZUL OU PRETA - JÁ INICIAR COM A IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO: NOME COMPLETO, Nº SÉRIE E TURMA, DATA E TÍTULO - GENÊSE DAS FRONTEIRAS BRASILEIRAS OU EXPANSÃO TERRITORIAL BRASILEIRA

COPIAR AS QUESTÕES E AS ALTERNATIVAS, ESCOLHER A CORRETA E JUSTIFICAR EM SEGUIDA.

QUESTÕES SEM JUSTIFICATIVA SERÃO DESCONSIDERADAS


TEXTO DE APOIO

GENÊSE DAS FRONTEIRAS BRASILEIRAS OU EXPANSÃO TERRITORIAL BRASILEIRA


A expansão territorial brasileira está associada à diversidade de atividades que foram se desenvolvendo no Brasil Colônia à medida em que foi ocorrendo a expansão demográfica e também em decorrência da crise do ciclo da cana-de-açúcar no Nordeste. Após a União Ibérica (1580-1640), houve a anulação do Tratado de Tordesilhas, que possibilitou que as terras mais afastadas do litoral brasileiro pudessem ser ocupadas pelos colonos, e ainda mais porque eram áreas que não interessavam na colonização espanhola. Então, ocupado de maneira desigual e por diferentes motivos, podemos resumir a expansão territorial brasileira assim:


Região Nordeste: o litoral foi o primeiro local da ocupação portuguesa, devido ao interesse econômico da cana-de-açúcar e também por motivo da defesa militar do território. Podemos observar que a maioria das capitais nordestinas, com exceção de Teresina-PI, são cidades litorâneas. Já o interior do Nordeste foi povoado pela expansão da pecuária, tendo como principal eixo o Rio São Francisco, e outros povoamentos que eram cortados pelos rios, como o Rio Jaguaribe, no Ceará. A pecuária torna-se o principal meio econômico do Nordeste, que traz até hoje a figura do vaqueiro como representante de sua cultura.

Região Sudeste e Centro-Oeste: essas regiões foram povoadas pela atuação dos bandeirantes, em busca de ouro e no apresamento dos índios. Na verdade, a figura do bandeirante  é decisiva para a expansão territorial brasileira, já que foi através das bandeiras que o interior do Brasil foi sendo penetrado, na corrida do ouro, no início do século XVIII. As cidades mineiras onde se concentraram a extração mineradora, também foi onde mais se concentrou a população, contribuindo para o desenvolvimento das cidades, construção de estradas, surgimento de vilas e a urbanização do Sudeste brasileiro.

Região Norte: teve como processo de povoamento também a atuação dos bandeirantes que foram em busca das drogas do sertão (as especiarias da floresta Amazônica brasileira) para comercialização.

Região Sul: foi colonizada por incentivo da Metrópole para assegurar o controle das fronteiras com a América espanhola, além de ter desenvolvido um grande centro de ação jesuítica com os Sete Povos das Missões. A Região Sul também se desenvolveu economicamente através da pecuária e charqueadas;

Expansão territorial: bandeiras e bandeirantes 


Foram os bandeirantes os responsáveis pela ampliação do território brasileiro além do Tratado de Tordesilhas. Os bandeirantes penetram no território brasileiro, procurando índios para aprisionar e jazidas de ouro e diamantes. Foram os bandeirantes que encontraram as primeiras minas de ouro nas regiões de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Bandeiras de sertanismo de contrato – Foram expedições contratadas por donatários, governadores ou senhores de engenho, a fim de combater índios, capturar escravos fugidos ou destruir quilombos (redutos de escravos fugidos). O mais importante foco de resistência negra contra a escravidão foi o quilombo de Palmares, que se formou na serra da Barriga, em Alagoas.  Nessa região de difícil acesso, desenvolveu-se uma comunidade auto-suficiente que produzia milho, mandioca, banana, cana-de-açúcar e que, durante certo período, chegou a comercializar seus excedentes com as regiões vizinhas. Palmares estabeleceu-se ao longo do século XVII, chegando a abrigar mais de 20 mil negros fugidos dos engenhos, dispersos durante a invasão holandesa. (...) Em 1694, depois de um longo cerco, o paulista Domingos Jorge Velho, a serviço dos senhores de engenho, invadiu e destruiu Palmares. Muitos de seus habitantes conseguiram fugir e reorganizaram-se sob o comando de Zumbi, continuando a luta contra os brancos. Em 20 de novembro de 1695, Zumbi, o mais famoso líder da luta pela liberdade dos escravos, foi preso, morto e esquartejado, sendo sua cabeça exposta numa praça de Recife para atemorizar as possíveis rebeliões.



O Ciclo do Ouro: século XVIII 



Após a descoberta das primeiras minas de ouro, o rei de Portugal tratou de organizar sua extração. Interessado nesta nova fonte de lucros, já que o comércio de açúcar passava por uma fase de declínio, ele começou a cobrar o quinto. O quinto nada mais era do que um imposto cobrado pela coroa portuguesa e correspondia a 20% de todo ouro encontrado na colônia. Este imposto era cobrado nas Casas de Fundição.
A descoberta de ouro e o início da exploração da minas nas regiões auríferas (Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás) provocou uma verdadeira "corrida do ouro" para estas regiões. Procurando trabalho na região, desempregados de várias regiões do país partiram em busca do sonho de ficar rico da noite para o dia.
O trabalho dos tropeiros foi de fundamental importância neste período, pois eram eles os responsáveis pelo abastecimento de animais de carga, alimentos (carne seca, principalmente) e outros mantimentos que não eram produzidos nas regiões mineradoras.



Desenvolvimento urbano nas cidades 


mineiras 



Cidades começaram a surgir e o desenvolvimento urbano e cultural aumentou muito nestas regiões. Foi neste contexto que apareceu um dos mais importantes artistas plásticos do Brasil : Aleijadinho.
Vários empregos surgiram nestas regiões, diversificando o mercado de trabalho na região aurífera. Igrejas foram erguidas em cidades como Vila Rica (atual Ouro Preto), Diamantina e Mariana.
Para acompanhar o desenvolvimento da região sudeste, a capital do país foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro.


Exploração econômica da Amazônia/ as drogas do sertão 
A conquista e ocupação da região amazônica se fez através da expedição de Pedro Teixeira, de 1637 a 1639, que subiu o rio Amazonas fundando vários núcleos de povoamento e fortes militares. Ao retornar ele foi nomeado capitão-mor da recém-criada capitania do Pará, que englobava Amazonas e Pará. A colonização, contudo, sedimentou, graças aos jesuítas que exploravam a mão-de-obra indígena, por meio das Missões, na colheita das “drogas do sertão”.


Aproveitamento econômico do Prata
Atraído pelo importante comércio da região do rio da Prata em razão também do contrabando com a área espanhola, Portugal ordenou, em 1680, a fundação oficial da Colônia do Sacramento, na margem esquerda do rio, sinalizando seus reais interesses na região. Parte dessa região seria povoada e ocupada posteriormente pela pecuária, atraindo paulistas e imigrantes açorianos para a região.
A expansão territorial,facilitada pelo Domínio Espanhol (1580-1640) e realizada por diversos fatores, como as bandeiras, a pecuária e a expansão oficial, levou Portugal e Espanha a realizarem vários tratados sobre os limites territoriais. 
O mais importante foi o de Madri, de 1750, que deu, mais ou menos, a atual configuração geográfica do Brasil. O defensor dos direitos portugueses foi Bartolomeu de Gusmão, que se baseou no Direito Romano, utilizando o preceito do uti possidetis.


A expansão da pecuária




Da sua introdução nos engenhos do litoral nordestino, o gado se expandiu em direção ao sertão, no primeiro século e meio da colonização. Com isso, o Sertão do Nordeste e o Vale do Rio São Francisco surgem como as principais regiões pecuaristas da colônia, o que garantiu a ocupação de um grande território do interior brasileiro.
Outra região que se voltaria também para a pecuária seria o sul de Minas Gerais, já no século XVIII. Ali, a criação de gado envolvia certa técnica superior, fazendas com cercados, pastos bem cuidados e rações extras para os animais; no manejo dos rebanhos era utilizada a mão­-de-obra escrava. O seu mercado era representado pelas zonas urbanas mineradoras, o que provocou uma diver­sificação da produção: gado bovino, muares, suínos, ca­prinos e eqüinos.
Também os Campos Gerais, correspondendo ao interior de São Paulo e Paraná, foram outra região de pecuária, com a produção de animais de tiro para a região mineradora. Nessa região predominava a mão-de-obra livre, constituída pelos tropeiros.
Por fim, a pecuária seria desenvolvida ainda no Rio Grande do Sul, no século XVIII. Nesse caso específico, a pecuária promoveu não apenas a ocupação do território rio-grandense, mas, também, o seu povoamento. A ativi­dade criatória gaúcha utilizava-se do trabalho livre, havendo, contudo, o emprego paralelo de escravos e dos indígenas oriundos das missões.


QUESTÕES ESTILO VESTIBULAR, RELATIVAS AO ASSUNTO



1)(UFPR) São ações resultantes da conquista e ocupação do território brasileiro, exceto:
a) expedições militares organizadas pelo governo b) bandeirantes que percorriam o sertão c) padres jesuítas que fundavam aldeias para catequização dos índios
d) criadores de gados que tiveram seus rebanhos e fazendas e) A invasão dos mineiros com a descoberta de ouro no litoral.


2) São cidades que surgiram no período das expedições militares, exceto: a) São Vicente
b) Filipeia de Nossa Senhora das Neves c) Forte dos Reis Magos d) Fortaleza de São Pedro e) Forte do Presépio


3) (UFRS) Como objetivos da expansão oficial, podemos destacar
a) a recuperação econômica das áreas canavieiras, destruídas pelos holandeses, e a exploração econômica da Amazônia.
b) a preação de indígenas e o aproveitamento econômico do rio da Prata.c) a defesa do território e a extinção do Quilombo de Palmares.d) a exploração econômica da Amazônia e o aproveitamento econômico da Prata.e) a obtenção de riquezas, graças à exploração de jazidas minerais.


4) O desenvolvimento da economia das “Drogas do Sertão”, na bacia Amazônica, na segunda metade do século XVII e primeira do século XVIII, está ligadoa) ao desempenho das missões religiosas, particularmente dos jesuítas, utilizando mão-de-obra indígena.b) ao Tratado de Badajóz (1801), pelo qual Portugal perdeu alguns domínios no Oriente para a Holanda.c) à falta de interesse da Inglaterra em distribuir o açúcar e o algodão brasileiros na Europa.d) à concorrência das especiarias orientais comercializadas no mercado europeu pela Inglaterra e Holanda.e) ao período da união das Coroas ibéricas, em que Portugal e Brasil ficaram subordinados aos reis Habsburgos.


5) A pecuária do Nordeste foi uma atividadea) que preexistiu à economia açucareira,pois os indígenas já praticavam o pastoreio.b) que se desenvolveu paralelamente à economia açucareira visando a abastecer esta última em alimentos (carne) e força motriz.c) auto-suficiente, totalmente desvinculada da grande lavoura.d) que decorreu de um plano elaborado pela Metrópole.


6) A interiorização do povoamento no território brasileiro nos séculos XVII e XVIII decorreu:a) do êxito da empresa agrícola que liberou mão-de-obra livre e escrava para a ocupação do interior.b) do interesse português em ocupar o interior com a cana-de-açúcar.c) da ampliação do quadro administrativo da metrópole.d) da expansão das atividades econômicas, particularmente da pecuária e da mineração.e) exclusivamente do estabelecimento de missões jesuíticas no interior da Colônia.


7) (Fuvest-SP) No século XVII, contribuíram para a penetração para o interior brasileiro:a) o desenvolvimento das culturas da cana-de-açucar e do algodão.b) o apresamento de indígenas e a procura de riquezas minerais.c) a necessidade de defesa e o combate aos franceses.d) o fim do domínio espanhol e a restauração da monarquia portuguesa.e) a Guerra dos Emboabas e a transferência da capital da colônia para o Rio de Janeiro.


8) (Fuvest-SP) Em 1694, uma expedição chefiada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho foi encarregada pelo governo metropolitano de destruir o quilombo de Palmares. Isto se deu porque:a) os paulistas, excluídos do circuito da produção colonial centrada no Nordeste, queriam aí estabelecer pontos de comércio, sendo impedidos pelos quilombos.b) os paulistas tinham prática na perseguição de índios, os quais, aliados aos negros de Palmares, ameaçavam o governo com movimentos milenaristas.c) o quilombo desestabilizava o grande contingente escravo existente no Nordeste, ameaçando a continuidade da produção açucareira e da dominação colonial.d) os senhores de engenho temiam que os quilombolas, que haviam atraído brancos e mestiços pobres, organizassem um movimento de independência da colônia.e) os aldeamentos de escravos rebeldes incitavam os colonos à revolta contra a metrópole, visando trazer novamente o Nordeste para o domínio holandês.


BOM TRABALHO








domingo, 17 de maio de 2015

sábado, 16 de maio de 2015

CONTEÚDO ABORDADO NA AVALIAÇÃO

1ª SÉRIES

PROJEÇÕES CARTOGRÁFICAS

CARACTERÍSTICAS EM ESPECIAL DE PROJEÇÕES 

AZIMUTAL, PETERS E MERCATOR

QUE SÃO AS CILÍNDRICAS, CÔNICAS, AZIMUTAL, 

AFILÁTICAS E ESFÉRICAS

POSIÇÃO DOS ESTADOS UNIDOS NA NOVA 

''DESORDEM MUNDIAL''

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2ª SÉRIES

ANÁLISE DE UM GRÁFICO DE BARRAS

AMAZÔNIA SÉC, XVII (MAPA NO CADERNO DO ALUNO,
 VOL 1 SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1)

SETORES DA ECONOMIA

EXPANSÃO CAFEEIRA

ESTRUTURA DA ECONOMIA AÇUCAREIRA

ESTADO E BURGUESIA

COLÔNIA E METRÓPOLE

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3ª SÉRIES


REGIONALIZAÇÃO DO ESPAÇO

ASPECTOS NATURAIS E HUMANOS (COMO CRITÉRIOS)

IDH (ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO)

ENCONTRO DE 2009 PARA CONTROLE DE EMISSÃO DE 

GASES

LEITURA DE TABELA

IMPORTANTE FAZER OS EXERCÍCIOS DO CADERNO DO ALUNO DE GEOGRAFIA COR LARANJA

BONS ESTUDOS


AVISO IMPORTANTE - CALENDARIO DE PROVAS DE GEOGRAFIA 2015 SEGUNDO BIMESTRE

AVISO IMPORTANTE

UM BOM FIM DE SEMANA ESTENDIDO, POR CONTA 

DA REUNIÃO DO DIA 18 DE MAIO 

2015 SEGUNDA-FEIRA.

DEIXAREI UMA CONFIRMAÇÃO DAS DATAS DAS 

AVALIAÇÕES, CORRESPONDENTES 

AO SEGUNDO BIMESTRES DE 2015, 

COM VALOR 5,0 NA MÉDIA DO BIMESTRE

DIA 20 DE MAIO QUARTA FEIRA

2ª SÉRIE D - PRIMEIRA AULA

2ª SÉRIE A - SEGUNDA AULA

3ª SÉRIE E - TERCEIRA AULA

2ª SÉRIE B - QUARTA AULA

2ª SÉRIE C - QUINTA AULA

3ª SÉRIE A - SEXTA AULA

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DIA 21 DE MAIO QUINTA FEIRA

3ª SÉRIE C - PRIMEIRA AULA

1ª SÉRIE B - SEGUNDA AULA

1ª SÉRIE C - TERCEIRA AULA

3ª SÉRIE B - QUARTA AULA

3ª SÉRIE D - QUINTA AULA

2ª SÉRIE E - SEXTA AULA

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ALUNOS QUE PERDEREM A PROVA NECESSITAM APRESENTAR ATESTADO PARA TER OUTRA OPORTUNIDADE


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